Política
por Carolina Papa
Publicado em 26/03/2025, às 18h38 - Atualizado às 18h39
O vereador Randerson Leal (Podemos) minimizou o bate-boca com Alexandre Aleluia (PL) durante a sessão ordinária desta quarta-feira (26) na Câmara Municipal de Salvador. O edil argumentou que teve sua palavra “cassada” pelo bolsonarista, mas defende que, na casa legislativa, “cada um defende o seu ponto de vista”.
“Eu falei das ações do governo, que o governo tem investido em obras. [...] O vereador Alexandre Aleluia falou que os vereadores que antecederam a sua fala traziam mentiras e, dentro do discurso dele, ele falou inverdades. Acabou o tempo dele, pedi questão de ordem e pedi para que a mesa retirasse a palavra 'mentira' da ata. Eu só fiz esse pedido”, iniciou o vereador.
“Não sei por que ele me tomou a palavra, cassou a palavra praticamente. Eu ainda estava concluindo a minha questão de ordem, pedindo para que não retirasse a palavra para levar ao plenário para votar a retirada ou não”, complementou.
Durante a sessão, Aleluia discordou da solicitação feita por Randerson Leal. O vereador do PL argumentou que, caso a palavra “mentira”, proferida durante o seu discurso no plenário, fosse retirada da ata, ele apresentaria um recurso ao plenário.
Sobre possíveis rusgas com o vereador após o bate-boca, Randerson afirmou que o colega é um “amigo” e que o desentendimento entre eles foi apaziguado.
“É um amigo, parceiro, colega de Câmara. Aqui, cada um defende o seu ponto de vista, o seu partido. Está tudo tranquilo. O embate é lá dentro [no plenário]. Embate de proposições, de ações dentro do município de Salvador. Conversei com ele aqui e já está tudo normalizado”, acrescentou.
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