Política

Rowenna Brito faz mistério sobre terreno no Corredor da Vitória e alfineta reajuste de Bruno Reis

Thiago Teixeira / BNews
Governador Jerônimo Rodrigues condiciona venda do terreno do Odorico a investimentos na educação, evitando construções comerciais.  |   Bnews - Divulgação Thiago Teixeira / BNews

Publicado em 12/01/2026, às 16h57 - Atualizado às 16h57   Daniel Serrano e Thiago Teixeira



A secretária estadual de Educação, Rowenna Brito, desconversou sobre o destino do terreno do antigo Colégio Estadual Odorico Tavares, localizado no Corredor da Vitória, área nobre de Salvador. As declarações foram dadas durante a entrega da modernização do Colégio Estadual de Tempo Integral Pedro Calmon, no bairro Jardim Armação, em Salvador.

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Ao ser questionada sobre qual seria o futuro da antiga unidade de ensino, a secretária disse que o governo do Estado vem optando por inaugurar colégios em bairros periféricos. Com isso, segundo a secretária, os alunos não precisam pegar ônibus, cuja passagem foi reajustada pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil) no final do ano passado.

“O que eu estou sabendo é que eu quero entregar muitas escolas aqui em Salvador e nos bairros para os nossos estudantes. Escola boa é escola perto da casa dos meninos para eles não precisarem gastar com o transporte que aumentou agora, inclusive”, afirmou a secretária.

“Então, a gente está botando escola nos bairros para que o estudante possa estudar perto de sua casa, que tenha identidade com a comunidade. Então, eu estou trabalhando nessa perspectiva de levar a escola para onde os estudantes estão”, emendou.

O antigo Colégio Estadual Odorico Tavares está fechado desde o início de 2020 por conta da baixa procura por vagas, segundo o governo. Desde então, começaram as tratativas para se vender o terreno.

Em julho do ano passado, o governo anunciou o leilão do terreno, mas acabou recorrendo da decisão. Em entrevista concedida ao Se Liga Bocão da Rádio Baiana FM 89.3, em outubro, o governador Jerônimo Rodrigues revelou que deseja condicionar a venda a investimentos na área de educação.

"Eu estou com a trava de mão puxada. Vou abrir o jogo. É para que o Odorico não seja utilizado para um arranha-céu naquela região ali. Então, a ideia é a gente condicionar para que aquele espaço ali seja um ambiente onde se possa cultivar a educação", disse o governador na ocasião.

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