Política
O candidato ao Senado Rui Costa (PT) disse que o que impediu a entrega no tempo hábil das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) para evitar que o agronegócio e a mineração baiana continuem pagando um custo logístico abusivo foi a cassação da ex-presidente Dilma Roussef e o governo de "dois presidentes que não gostavam da Bahia". A declaração aconteceu na sabatina realizada, nesta quinta-feira (3), na rádio Baiana (89,3FM), portal BNEWS e BNEWS TV.
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“ O que impediu foi que cassaram a Dilma em 2016 e quem governou o país, os dois presidentes que vieram depois paralisaram a obra. Foi isso que aconteceu, agora que o Lula voltou nós retomamos a parte de Caetité até o Rio São Francisco, que é obra pública, porque ali tem dois trechos, um que é concessão pública e outro trecho que é obra pública, então de Caetité até o São Francisco eram três lotes de obra pública. Os três lotes quando nós chegamos estavam paralisados”, afirmou.
Ao BNEWS, Rui Costa prometeu a retomada da Fiol e anunciou o interesse de empresa portuguesa. Ele detalhou o novo contrato.
“O outro lote foi feito o leilão no governo de Lula. Quem ganhou foi a Bamin Mineração, propriedade de um capital russo e do Casaquistão e com a guerra da Rússia, evidente, todos os fundos, todos os recursos que a Rússia tinha no exterior foram bloqueados e, portanto, a partir desse bloqueio eles não conseguiram continuar o investimento e nós fomos buscar estimular que outros empresários pudessem assumir o controle dessa concessão, conseguimos que uma empresa portuguesa se interessasse pelo negócio, está com o contrato assinado fazendo as últimas diligências”, declarou.
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