Política
Publicado em 29/06/2024, às 12h00 Redação
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na sexta-feira (28), para condenar à prisão o homem, Antônio Cláudio Alves Ferreira, que destruiu o relógio do Palácio do Planalto doado por Dom João 6º durante os ataques golpistas de 8 de janeiro.
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Moraes propôs uma pena de 17 anos de prisão em regime inicial fechado, além do pagamento de multa e indenização de R$ 30 milhões em conjunto com outros condenados. Zanin e Fachin votaram por uma sentença de 15 anos.
Antônio Cláudio, que está preso, responde pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado e dano qualificado pela violência e grave ameaça, com emprego de substância inflamável contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima.
No Supremo, Moraes afirmou ter ficado comprovada a culpa de Antônio Cláudio Alves Ferreira através dos depoimentos de testemunhas levadas pelo Ministério Público. O magistrado citou ainda a produção de vídeos e fotos, feitas pelo próprio réu.
De acordo com o ministro, o réu tentou impedir "o exercício dos Poderes constitucionais por meio da depredação e ocupação dos edifícios-sede dos Três Poderes da República".
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