Política

STJ decide o futuro de nazista que acusou Bolsonaro de sentir "amor gay" por Trump; confira

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O advogado fez declarações controversas sobre amor gay e judeus, além de saudações a Adolf Hitler, gerando repercussão negativa.  |   Bnews - Divulgação Alan Santos / PR
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 05/11/2025, às 14h55 - Atualizado às 14h58



O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação do advogado Alexandre Lopes Reis Boeira por ter dito que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sentia “amor gay” por Donald Trump, além de ser “amante” de judeus. As informações são da coluna de Tácio Lorran, do site Metrópoles. 

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Com isso, Boeira deve cumprir uma pena de 2 anos, 4 meses e 24 dias de reclusão, mais multa, pelo crime de racismo qualificado.

O comentário foi feito pelo advogado em uma rede social, na qual ele faz uma saudação ao ditador nazista Adolf Hitler e enalteceu o ex-ministro da Propaganda na Alemanha Joseph Goebbels, além do comentário sobre o "amor gay" de Bolsonaro a Trump.  

"Goebbes foi o maior articulador de propaganda da história. Esse Bolsonaro, além de sentir amor gay por Donald Trump, é amante desses repugnantes judeus! É um hipócrita que se diz Cristão e se curva aos assassinos de Cristo. Der Füher lebe! Hi, Hitler!", escreveu Boeira 

O relator do processo no STJ, o ministro Rogerio Schietti Cruz, proferiu a decisão monocrática na última terça-feira (28), que só foi publicada nessa segunda-feira (3). A decisão cabe recurso.

Boeira não está preso. Ele pode recorrer em liberdade no processo, além da pena de reclusão poder ser convertida na prestação de serviços comunitários e no pagamento de 20 salários mínimos.

Classificação Indicativa: Livre

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