Política

Suplente é preso após executar vereador

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O suplente é suspeito de participar do assassinato do vereador Silmar Braga  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Rebeca Santos

por Rebeca Santos

Publicado em 22/12/2025, às 10h29



A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta segunda-feira (22) Mário Jorge Soares Gentil, conhecido como Mário Gentil (Solidariedade), que é suplente de vereador em Magé, na Baixada Fluminense.

Ele é suspeito de participar do assassinato do vereador Silmar Braga (PP), que aconteceu em janeiro deste ano.

A prisão foi feita na casa dele, em Duque de Caxias, também na Baixada Fluminense, e ele não resistiu.

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De acordo com a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), Gentil já estava sendo investigado. No dia 12 de novembro, a polícia cumpriu um mandado de busca na casa dele, como parte das investigações sobre a morte de Silmar.

Naquela busca, os policiais encontraram 7 armas de fogo registradas no nome dele, munições, carregadores, radiocomunicadores, uma máquina de contar dinheiro, anotações sobre finanças, documentos e dois celulares.

Ainda não se sabe exatamente qual foi o papel de Mário Jorge Soares Gentil no crime. A polícia suspeita que ele tenha ajudado no planejamento, na organização ou no pagamento para que o assassinato acontecesse.

De acordo com a DHBF, por causa da gravidade do caso, do risco à investigação e para garantir a conclusão das diligências, a especializada pediu a prisão temporária, que foi autorizada pela Justiça do RJ por 30 dias.

Silmar, que tinha 50 anos, foi baleado na porta de casa, no bairro Nova Marília, em Magé, no dia 20 de janeiro. Ele foi levado para o Hospital Municipal de Magé, mas não sobreviveu aos ferimentos.

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