Política

Tarcísio desabafa após medidas cautelares contra Bolsonaro: “Sucessão de erros”

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Governador de São Paulo se manifestou nas redes sociais nesta sexta-feira (18)  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Carolina Papa

por Carolina Papa

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 18/07/2025, às 16h15



O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu Jair Bolsonaro (PL) após o anúncio de medidas cautelares impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Através de uma nota compartilhada nas redes sociais, o gestor estadual classificou o episódio como uma “humilhação”. 

Na publicação feita no X, Tarcísio exaltou Jair Bolsonaro diante do imbróglio com a Justiça. O governador ressaltou o seu apoio ao ex-presidente, afirmando não conhecer “ninguém que ame mais o Brasil, [e] que tenha se sacrificado mais por uma causa” como o ex-mandatário.

“Coragem é um atributo que quem conhece Jair Bolsonaro sabe que nunca lhe faltou. Não faltou quando atentaram contra a sua vida. Não faltou para lidar com as crises sem precedentes que este país passou quando ele era presidente. Não faltou para defender a liberdade, valores, ideais e combater injustiças. E não vai faltar agora, pois ele sabe que estamos e seguiremos ao seu lado”, disse o governador na plataforma. 

Nesta sexta-feira (18), Moraes determinou que Bolsonaro usasse tornozeleira eletrônica, além do recolhimento noturno das 19 horas às 7 horas. O ex-presidente está proibido ainda de usar redes sociais. 

Em seu desabafo, Tarcísio comentou ainda sobre a proibição de Bolsonaro se comunicar com o filho, Eduardo Bolsonaro (PL), que está nos Estados Unidos. De acordo com o Supremo, o deputado federal licenciado tem desenvolvido papel central na retaliação americana ao Brasil por conta das investigações sobre a trama golpista. 

“Não conheço ninguém que ame mais este país, que tenha se sacrificado mais por uma causa, quanto Jair Bolsonaro. Não imagino a dor de não poder falar com um filho. Mas se as humilhações trazem tristeza, o tempo trará a justiça”, pontuou o governador.

“Não haverá pacificação enquanto não encontrarmos o caminho do equilíbrio. Não haverá paz social sem paz política, sem visão de longo prazo, sem eleições livres, justas e competitivas. A sucessão de erros que estamos vendo acontecer afasta o Brasil do seu caminho. Força, presidente”, acrescentou.

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