Política
O ex-presidente Michel Temer (MDB) disse, nesta segunda-feira (15), em entrevista ao programa Roda Viva da TV Cultura que o tema da anistia aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro deve ser resolvido por meio de um "pacto nacional".
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O acordo envolveria o Executivo, com o presidente da República, o Legislativo, com os presidentes da Câmara e do Senado, e o Judiciário, com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), além de membros da sociedade civil e da oposição.
Agora, tudo isso, com muita franqueza, deve ser uma conjunção de pensamentos, não deve partir de um único Poder. Eu aqui tomo a liberdade de propor uma espécie de pacto nacional. Acho que o Brasil está precisando de um pacto que reúna os Três Poderes, reúna entidades da sociedade civil e até chamamentos para membros da oposição", afirmou.
Temer disse que se estivesse no lugar de Hugo Motta (Republicanos) levaria a pauta ao colégio de líderes. "Eu colocaria [a anistia] em pauta depois de ouvir os líderes, como fiz nas três vezes que fui presidente da Câmara. Levava aos líderes e, naturalmente, se os líderes decidissem que deveria levar, apesar das minhas ponderações, levaria para o plenário, não tenha dúvida", opinou Temer. Ele também destacou a pressão em cima de Motta.
Agora reconheço que ele [Hugo Motta] está sofrendo uma pressão terrível, e por isso, com toda franqueza, disse que isso tudo dependeria de um grande pacto nacional. Não adianta o Congresso Nacional levar adiante a anistia", concluiu.
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