Política
Publicado em 16/12/2025, às 10h22 Carolina Papa e Rebeca Santos
O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), durante a apresentação dos números do legislativo soteropolitano do ano de 2025, na Câmara Municipal de Salvador, nesta terça-feira (16), comentou sobre o projeto de lei que pretende restringir a realização de eventos e o uso de equipamentos sonoros na orla da Barra e de Ondina.
Muniz pregou cautela para o andamento da proposta apresentada pelo vereador Maurício Trindade (MDB), afirmando que é necessário “ouvir todos os lados” para que cada vereador tome sua decisão com “consciência”.
“No caso da Barra, nós só ouvimos um lado. Nós temos que ouvir todos os lados interessados, para que cada vereador vote com sua consciência e tome a sua decisão. Na hora do voto, eu acho que um projeto polêmico, qualquer que ele seja, a gente tem que ouvir a população, e não tivemos tempo hábil para isso. Espero que até março de 2026 nós tenhamos tempo hábil para isso”, declarou.
Muniz também relembrou o incêndio que atingiu a Câmara de Vereadores, a obra de recuperação das instalações e a continuidade dos trabalhos legislativos durante o ano.
“A Câmara começou com aquele problema grave que foi o incêndio, mas, graças a Deus, foi um incêndio que só atingiu uma parte da Câmara. Mesmo assim, realizamos o nosso trabalho e fizemos o nosso melhor”, afirmou.
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