Política
O supremo Tribunal Federal (STF) recebeu da 12ª Vara Federal do Distrito Federal o processo que discute o destino dos valores obtidos com o leilão do triplex do Guarujá (SP), relacionado à Operação Lava Jato. O imóvel foi leiloado por R$ 2,2 milhões em 2018.
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Um empresário de Brasília arrematou o bem que esteve no centro da condenação do presidente Lula, pelo ex-juiz Sérgio Moro, e que foi anulada pelo Supremo, já que a Corte entendeu que a Justiça Federal de Curitiba não tinha competência para conduzir e julgar o caso.
O valor do tríplex no leilão foi depositado em uma conta judicial junto à Caixa Econômica Federal e desde então seu destino ainda não foi decidido.
“Cabe à Suprema Corte analisar eventual interesse no valor decorrente da alienação judicial do imóvel nestes autos discutido; possibilidade de ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal, relator eminente ministro André Mendonça, a repactuação dos acordos de leniência firmados com diversas empresas envolvidas na denominada Operação Lava Jato, dentre elas a OAS, sendo possível a preservação dos acordos de colaboração premiada”, disse o juiz David Wilson de Abreu Pardo na decisão.
O "famoso" tríplex fica no 16º andar do Edifício Solaris, no litoral de São Paulo, e possui quatro quartos, sendo duas suítes, cinco banheiros, duas salas, cozinha, área de serviço, churrasqueira, piscina e vista mar.
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