Política
Publicado em 13/07/2024, às 17h04 Cadastrado por Marco Dias
A suposta estrutura paralela montada dentro da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), tinha um esforço duplo: enquanto monitorava autoridades e opositores do ex-presidente Jair Bolsonaro, se viu empenhada em tarefas simples como obter CPFs e nomes completos de parlamentares.
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De acordo com o portal O Globo, esse esforço foi destacado em mensagens recuperadas pela Polícia Federal (PF) e apresentadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), desencadeando a quarta fase da Operação Última Milha, realizada na última quinta-feira (11). A PF investiga um esquema de monitoramento ilegal e produção de notícias falsas, utilizando a estrutura da Abin.
As conversas reveladas ocorriam entre o policial federal Marcelo Araújo Bormevet e o militar do Exército Giancarlo Gomes Rodrigues, ambos atuantes na Abin, presos na quinta (11).
Entre as ações investigadas está a tentativa de obter informações sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, que causou desgaste para Bolsonaro em 2021. Bormevet solicitou os CPFs dos senadores ao seu subordinado, Rodrigues, que pouco depois informou ter obtido o CPF de Omar Aziz (PSD-AM), então presidente da CPI.
Em outra troca de mensagens, no mês seguinte, Rodrigues comunicou que estava perto de identificar o responsável pelo perfil no X (antigo Twitter) "Tesoureiros", crítico ao governo Bolsonaro. Ele também afirmou ter identificado um integrante do podcast "Medo e Delírio em Brasília", cujos apresentadores são publicamente conhecidos.
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