Política
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Salvador, Sidninho (PP) disse que se sentiu “acuado” por um grupo de servidores municipais no momento em que foi registrar o Boletim de Ocorrência sobre a invasão à Câmara Municipal de Salvador (CMS), ocorrida no dia 22 de maio.
Em conversa com a imprensa na tarde desta segunda-feira (2), o edil afirmou que até o próprio delegado se sentiu intimidado pelos manifestantes. Ele ainda apontou que o movimento foi motivado pelos vereadores que fazem oposição
“Após acontecido o fato, fui à delegacia junto com o vereador Maurício Trindade, e o coronel aqui da Câmara. Chegando na delegacia fomos acuados. A gente ficou muito preocupado com o aparato. Do lado de fora tinha mais de 500 sindicalistas, do lado de dentro parlamentares em âmbito federal, estadual e municipal, todos ao lado dos servidores, inclusive através de telefonema acuando o delegado para que ele não fizesse nenhum registro ou ocorrência. Então a gente não vai ficar medindo força, está claro que esse movimento é alvo de politicagem por parte da oposição”, relatou o vereador.
Sidninho ainda revelou que deu entrada a um pedido junto à Secretaria de Gestão (Semge) para que todos os servidores da educação sejam informados do valor que eles vão passar a receber após o reajuste.
“Eu tenho certeza que todos recebem mais que o piso e a gente vai mostrar que não existe razão, não existe lado, o que existe na verdade é um movimento que não é de toda esquerda, mas de alguns membros da esquerda, que estão vendo que o governo está definhando e está partindo para a porrada, para a violência. Então o que é que a gente vai fazer? Enquanto vereador vou trabalhar dentro das quatro linhas e usando o regimento para se defender. Esse é o nosso caminho”, pontuou.
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