Política

Vereadora afirma que Subsídio do Transporte não tem transparência e exige maior fiscalização

Héber Araújo / BNews
Aladilce Souza afirmou que a prefeitura precisa garantir a transparência subsídio  |   Bnews - Divulgação Héber Araújo / BNews


A vereadora e líder da oposição na Câmara de Salvador, Aladilce Souza (PCdoB), revelou que apresentou emendas para a transparência do subsídio do transporte público. Segundo ela, é preciso estabelecer essas normas de fiscalização antes que o projeto seja votado pelos vereadores de Salvador

“O projeto de lei que estabelece 60 milhões de subsídios para o sistema de transporte em Salvador, para o transporte convencional e o STEC. E nós achamos que não tem condição de a gente votar esse projeto assim, sem transparência, sem a gente saber o custo de operação do sistema, sem a gente saber como vai ser utilizado esse dinheiro”, disse. 

A edil contou ainda que, uma das emendas apresentada por ela, que implicaria na obrigatoriedade de todos os investimentos da feitos com o montante deveriam passar pela Câmara para avaliação. “O prefeito vetou essa parte, mandou o veto hoje, e já foi aprovado”, disse. 

Ao todo, foram 11 emendas enviadas pela bancada da oposição, todas apresentando regas voltadas para a implementação da transparência no subsídio do transporte público.

Ainda segundo a vereadora, foram apresentadas emendas voltadas para garantir a tarifa zero para pessoas idosas e deficientes físicos e mentais. Além deles, as emendas também seriam destinadas a garantir o passe livre com pessoas que trabalham no serviço público de saúde, gestantes e estudantes.  

“Nós não somos contra o subsídio, mas não podemos votar se essas questões forem garantidas, ou seja, transparência e a gente saber que tem uma contrapartida social desse recurso, porque afinal de contas se trata de recurso público”, disse. 

Emendas rejeitadas 

Apesar da mobilização da vereadora, todas as 11 emendas apresentadas foram rejeitadas durante a votação. Aladilve afirmou que está consultando sua base para ver qual alternativa podem adotar nessa situação.  

“Havia uma expectativa de aprovação de pelo menos algumas dessas emendas, mas a tendência é nós não votarmos favorável a esse projeto, porque não temos nenhuma segurança de como vai ser aplicado, não temos segurança de contrapartida para a população, que é fundamental”, disse a vereadora. 

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