Política

VÍDEO: Pablo Marçal bate boca ao vivo com jornalistas da CNN

Reprodução/CNN
O candidato à prefeitura de São Paulo se irritou com pergunta de jornalista  |   Bnews - Divulgação Reprodução/CNN
Melissa Lima

por Melissa Lima

melissa.lima@bnews.com.br

Publicado em 26/08/2024, às 21h40



Pablo Marçal (PRTB) protagonizou um bate boca com a jornalista Clarissa Oliveira, da CNN Brasil, durante uma entrevista nesta segunda-feira (26). O candidato à Prefeitura de São Paulo não gostou de ser questionado sobre a condenação que sofreu após ter sido acusado de aplicar golpes bancários.

📲 Mantenha-se informado! Siga o CANAL DO BNEWS NO WHATSAPP e receba as principais notícias diretamente no seu dispositivo. Clique e não perca nada!

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews

Durante a transmissão ao vivo, a apresentadora trouxe o assunto à tona questionando um discurso que costuma ser usado pelo ex-coach em relação ao processo, que teve início em 2005.

"Você tem dito que essa condenação só existiu porque o senhor não tinha condições de arcar com um advogado, mas, na verdade, a gente sabe que a condenação prescreveu. O senhor deveria ter cumprido pena de prisão em regime semiaberto", afirmou Clarissa.

"Não deveria! Ela não é transitada em julgado. Você precisava estudar um pouquinho o Direito. Quando você usa a palavra 'dever', você tem que pegar aquilo que a lei força. Desculpa te responder desse jeito, você está errada!", rebateu Marçal.

"Eu estou sendo respeitosa com o senhor, então… Dá para fazer isso de outras formas", respondeu a jornalista. "Você usou a palavra 'dever', quando fala em dever você tem que estar amparada e você está desamparada no que você está falando, mas eu vou te explicar para você entender um pouco do mundo jurídico", disparou Marçal.

Muriel Porfiro, então, interrompeu a fala de Marçal e pediu que colaborasse com a entrevista de forma respeitosa. "Candidato, só peço respeito para a gente continuar", exigiu.

A discussão continuou, e Marçal deu sua versão sobre o episódio da condenação, sustentando a teoria de que não tinha dinheiro para pagar um advogado e foi representado por um defensor público. Veja o momento da discussão:

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)