Política

Vorcaro recebe notícia amarga na audiência de custódia; veja o que aconteceu

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A defesa de Vorcaro afirma que ele sempre colaborou com as autoridades e nega as alegações feitas contra ele.  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 04/03/2026, às 16h55 - Atualizado às 16h55



A Justiça Federal em São Paulo manteve nesta quarta-feira (4) a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e do cunhado, Fabiano Zettel, após audiência de custódia realizada na capital paulista. 

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Além da manutenção da prisão, a Justiça determinou ainda que Vorcaro e Zettel sejam encaminhados ao sistema prisional estadual. Ambos foram levados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) 2 de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Com isso, Vorcaro e Zettel não vão retornar à Superintendência Regional da Polícia Federal (PF), para onde foram levados na manhã desta quarta-feira (4), durante uma operação da PF.

De acordo com a defesa de Vorcaro, o dono do Banco Master "sempre esteve à disposição das autoridades" e "jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça", além de negar "categoricamente as alegações atribuídas" a ele. 

Em nota, a assessoria de imprensa de Vorcaro afirmou que o empresário informou, no momento da prisão, "que jamais teve intenção de intimidar ou ameaçar jornalistas e que suas mensagens foram tiradas de contexto."

"Vorcaro segue colaborando com as autoridades competentes e confia que a análise completa das informações esclarecerá definitivamente as interpretações equivocadas que vêm sendo divulgadas", diz o documento. 

Já a defesa de Zettel, que se entregou na Superintendência da PF, disse que "em que pese não ter tido acesso ao objeto das investigações, Fabiano está à inteira disposição das autoridades".

As prisões de Vorcaro e Zettel ocorreram durante a terceira fase Operação Compliance Zero, que, segundo a PF, tem o objetivo de investigar a "possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa".

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