Salvador
Publicado em 08/09/2024, às 16h29 - Atualizado às 16h39 Thiago Teixeira e Daniel Serrano
O fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), Luiz Mott, marcou presença na 21ª Parada LGBTQIAPN+ da Bahia, realizada neste domingo (8). Ao BNEWS, Mote destacou os avanços conquistados pela comunidade LGBT nesses 44 anos de existência do GGB.
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Apesar desse avanços, Mott disse o principal problema vivido pela comunidade LGBTQIAPN+ continua sendo a violência, praticado especialmente por religiosos.
“O GGB está completando 44 anos e a 21ª Parada LGBT da Bahia. Aqui no Farol da Barra é a primeira vez. Foi aqui que começou o GGB. Eu levei um murro na cara há 44 anos de um homófobo e, por isso, fundei um grupo de luta pela cidadania LGBT. A Parada não é só alegria, não é só festa. É denuncia. Todos os dias o LGBT é vítima de morte violenta ou se suicida. Chega de violência. Direitos iguais, nem menos nem mais”, disse.
“Nesses 44 anos de existência do GGB, nós conseguimos vitórias importantes. Por exemplo, a equiparação da homofobia ao racismo, o nome social para trans, as operações transexuais. Porém, o maior problema dos LGBT são os assassinatos. É uma verdadeira praga influenciada pelas religiões, cada vez mais pelos evangélicos, que propõe a cura gay. Não se pode curar algo que não é doença. Ser homosexual não é pecado, não crime, não é doença”, emendou.
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