Salvador

Rio Vermelho vive cenário de desordem e risco sanitário às vésperas da festa de Iemanjá e do Carnaval; veja

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Moradores e ambulantes relatam problemas de infraestrutura, risco à saúde e dificuldades de organização no bairro antes das festas populares  |   Bnews - Divulgação BNews
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 01/02/2026, às 07h44



Às vésperas da festa de Iemanjá e do Carnaval, moradores e trabalhadores do bairro do Rio Vermelho, em Salvador, denunciam problemas de infraestrutura, riscos sanitários e dificuldades de organização urbana. A reportagem do BNews esteve no local neste sábado (31), conversou com moradores e ambulantes e registrou a situação por meio de imagens.

Na Praia de Santana, ponto de saída das embarcações que levam oferendas à Rainha do Mar, foram identificados esgoto a céu aberto, acúmulo de lixo e embarcações com água parada. Moradores também relataram a presença de larvas de mosquito e forte odor de urina na escadaria de acesso à praia.

Ambulantes que atuam nas festas do bairro afirmam enfrentar dificuldades para trabalhar. Conforme já noticiado pelo BNews, trabalhadores informais relatam falhas na comunicação por parte da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) e indefinição dos espaços destinados ao comércio. Muitos se instalaram na região antes mesmo da festa de Iemanjá para atuar inicialmente na Festa dos Palhaços, realizada neste sábado (31).

Alguns ambulantes relataram à reportagem que estão sendo retirados do local por agentes da Semop antes do início das principais celebrações. O BNews procurou a prefeitura e a Semop para esclarecimentos, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto.

O que diz a SMS

Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informou que o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) intensificou as ações de vigilância e controle vetorial nos locais com grande circulação de pessoas durante os festejos de Iemanjá, como parte do Plano Verão Sem Mosquito.

Segundo a pasta, foram realizadas inspeções em áreas com potencial para criadouros do mosquito Aedes aegypti, aplicação de inseticida no circuito da festa e ações educativas junto a moradores, comerciantes e visitantes. A SMS destacou que as ações são contínuas e ocorrem ao longo de todo o ano em Salvador.

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