Salvador

Superintende da Transalvador detalha reunião com motociclistas após casos de agressão: "Porta de diálogo"

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movimento ocorreu após protestos de agentes da transalvador e motociclistas após casos de agressão  |   Bnews - Divulgação Reprodução/BNews


O superintendente da Transalvador, Diego Brito, afirmou que o órgão abriu mais uma porta de diálogo com lideranças de grupos de motociclistas e mototaxistas da capital baiana após uma reunião ocorrida nesta sexta-feira (4). O movimento ocorreu após protestos de agentes da transalvador e motociclistas após casos de agressão. 

“Já tivemos uma reunião ontem com alguns grupos de motociclistas e mototaxistas e conseguimos definir algumas pautas. Hoje abrimos mais uma porta de diálogo com outras lideranças de outros grupos de motociclistas e mototaxistas. O que ficou mais nítido foi a questão das abordagens dos nossos agentes. O que foi informado para eles é que nossos agentes passam mensalmente por aperfeiçoamento. Vamos ter mais uma reunião para colocar essa pauta, esse questionamento dos mototaxistas e do motociclista”, destacou o superintendente em entrevista ao BNews nesta.

Diego Brito destaca ainda que a Transalvador tem como institui “fiscalizar o andamento e prevenir acidentes” e que os agentes “podem ser vítimas de violência no dia a dia”. Nesta semana, a capital baiana foi palco de agressões entre agentes da Transalvador e motociclistas. 

Imagens captadas por populares mostraram uma confusão generalizada na noite de terça-feira (1) na Avenida Antônio Carlos Magalhães (ACM) entre servidores e motociclistas. 

“Nosso papel é fiscalização e de prevenir acidentes nas vias, segurança viária. No ano passado, tivemos 75 vítimas fatais envolvendo motociclistas. Neste ano já temos 12, um número muito grande e que com essa fiscalização, a gente consegue diminuir. [...] Nossos agentes não podem ser vítimas de violência no dia a dia. Por isso que eu abri essa porta de diálogo, justamente para combater esse tipo de ação”, acrescentou Diego Brito. 

“O próprio Código de Trânsito Brasileiro prevê que o problema que tiver pode ser sanado no próprio local da Blitz. Caso não seja sanado em determinadas situações, que não contemplam que a medida administrativa não seja a retenção do veículo, a gente permite, recolhe o documento, dá uma guia para que esse problema seja sanado em até 15 dias. E flexibilizamos nessa reunião para mais 30 dias, que é o limite máximo que o Código de Trânsito Brasileiro permite. O ator agente de trânsito não tem discricionariedade de dizer que vai multar por uma coisa e não multar por outra, não autuar por uma coisa e não autuar por outra. O agente de trânsito tem que seguir estritamente o que diz a lei”, finalizou. 

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