Saúde
O ronco não prejudica apenas o sono de quem ronca e de quem está por perto, mas também pode ser um sinal de alerta para problemas de saúde, como hipertensão, obesidade e apneia do sono - condição que causa paradas respiratórias e afeta mais de 30% dos brasileiros, segundo o Ministério da Saúde.
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A boa notícia é que, dependendo da causa, existem soluções acessíveis e eficazes para reduzir o ronco e melhorar a qualidade de vida, sem necessidade de cirurgia.
O primeiro passo é buscar um diagnóstico preciso, já que o ronco pode ser provocado por fatores como problemas respiratórios (rinite, desvio de septo, alergias), excesso de peso, consumo de álcool ou uso de certos medicamentos.
Entre os tratamentos, a perda de peso é fundamental, pois a gordura na região do pescoço pode obstruir as vias aéreas. Estudos mostram que a redução de 10% do peso corporal já traz melhorias significativas.
Para casos de apneia moderada ou grave, o uso do CPAP - aparelho que mantém as vias aéreas abertas durante o sono - é altamente eficaz. Já para quem tem ronco leve, dispositivos intraorais feitos sob medida por dentistas são uma alternativa eficiente.
Outras medidas incluem o uso de tiras nasais para facilitar a respiração, manter uma boa higiene do sono (com horários regulares, ambiente escuro e refeições leves à noite), dormir de lado e evitar álcool antes de dormir.
Exercícios para fortalecer a musculatura da boca e da língua, realizados por fonoaudiólogos, também podem ajudar, assim como técnicas de respiração e relaxamento, que contribuem para um sono mais tranquilo e reduzem o ronco.
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