Saúde
Publicado em 16/05/2025, às 15h17 Maurício Viana
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (15) a suspensão da comercialização, distribuição, propaganda e o uso de todos os lotes dos suplementos alimentares da marca Power Green que são vendidos pela internet.
A medida ocorre após os produtos estarem classificados de maneira incorreta como suplementos alimentares e também pela presença de ingredientes como castanha da índia, gengibre, ginseng, ora-pro-nóbis, valeriana e maca peruana que não são permitidos para a composição de suplementos.
Também foram identificados pela agência a divulgação de propagandas irregulares com alegações de propriedades não autorizadas como a melhora da circulação sanguínea, reduz inflamação e dor, promove saúde cardiovascular, saúde óssea e saúde digestiva; distúrbios do sono e ansiedade, saúde cognitiva, equilíbrio hormonal, controle dos níveis de açúcar, melhora fertilidade, libido, melhora saúde ocular, ação antimicrobiana, anti-inflamatória, combate enxaquecas, osteoartrite.
Suplementos alimentares não são medicamentos e não servem para tratar, prevenir ou curar doenças. Os suplementos tem como foco fortalecer pessoas saudáveis com nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos em complemento à alimentação.
A Anvisa também alerta a população para tomar cuidado com as propagandas de produtos que prometem milagres e são veiculados na internet e em outros meios de comunicação.
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