Saúde
O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) informou que 25 cirurgiões gerais do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador, pediram o desligamento da unidade.
Segundo o Cremeb, as saídas se deram por conta do atraso dos salários. Os médicos relataram que ficaram cerca de cinco meses sem remuneração.
Além do atraso salarial, os cirurgiões alegaram o desfalque progressivo das escalas – oriundo do desligamento de outros plantonistas -, que gera sobrecarga aos médicos.
Por meio de nota enviada ao Bnews, a Secretária de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) afirmou que não houve solicitação formal de desligamento coletivo de médicos da unidade, e que as escalas de trabalho seguem "organizadas para assegurar a continuidade da assistência".
Ainda de acordo com a Sesab, os pagamentos estão sendo realizados dentro dos prazos estabelecidos nos contratos. A pasta argumentou também que atendeu um pedido para reajuste dos valores dos plantões com a concessão de 30% na remuneração.
Veja a nota na íntegra
"A assistência aos pacientes do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) permanece garantida, sem qualquer interrupção no funcionamento dos serviços atendimento.
Não houve solicitação formal de desligamento coletivo de médicos da unidade, e as escalas de trabalho seguem organizadas para assegurar a continuidade da assistência.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) esclarece ainda que os pagamentos devidos aos profissionais estão sendo realizados dentro dos prazos estabelecidos nos contratos. Ressalta, também, que o pleito apresentado pelos profissionais para reajuste dos valores dos plantões foi atendido, com a concessão de acréscimo de 30% na remuneração.
Todos os esclarecimentos e informações referentes ao tema já foram formalmente encaminhados ao Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb)."
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