Saúde
por Leonardo Oliveira
Publicado em 22/09/2025, às 12h11 - Atualizado às 12h48
Muito usado na culinária e em cuidados com a pele e o corpo, o óleo de coco também tem ganhado espaço em recomendações de ginecologistas para a atividade sexual, especialmente entre mulheres. Confira seus principais benefícios.
Qual escolher
Médicos destacam que o ideal é optar pelo óleo de coco 100% natural, extravirgem, fresco e puro, mantido em temperatura ambiente (cerca de 25 °C). É fundamental ler o rótulo e verificar se o produto contém apenas óleo de coco. Pessoas alérgicas devem evitar o uso, já que o contato com mucosas, como lábios e genitais, pode causar reações.
Lubrificante natural
O óleo de coco é útil como um lubrificante natural livre de ativos como o poliglicol. Os industriais possuem uma durabilidade média e exige uma reaplicação durante uma atividade sexual mais longa. Já o óleo de coco mantém a oleosidade por mais tempo, minimizando o atrito do pênis sem prejudicar as sensações de prazer, e a ação vale tanto para penetração vaginal quando anal.
Preliminares
O óleo de coco é um aliado e tanto para massagem ou masturbação. Ele facilita os movimentos e toques em regiões sensíveis, como o clitóris, os mamilos e a glande, sem falar que deixa a pele mais macia pela presença de umectantes e potentes antioxidantes. Ainda possui um sabor suave no sexo oral.
O óleo não possui substâncias químicas ou sintéticas que afetam o pH da vagina. Além disso, o óleo de coco possui ação bactericida e antifúngica. Desta maneira, diminui o risco de infecções vaginais como a candidíase e, em casos menos complicados, pode aliviar fissuras e controlar infecções fúngicas. Isso ocorre por conta dos ácidos láurico e caprílico presentes no coco.
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Alerta importante
De acordo com alguns estudos, o óleo não deve ser utilizado com preservativos de látex, pois pode ocasionar microporosidades nas camisinhas produzidas com esse material, que aumenta o risco de rompimento e de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).
Além disso, o óleo não é compatível com alguns tipos de sex toys, a exemplo de anéis penianos, bonecos infláveis e certas roupas fabricadas com látex, pois podem estragar. O mesmo acontece com vibradores e bullets feitos de silicone. Também não é recomendado misturá-lo a cosméticos sensuais, pois pode correr o risco de perder o efeito hidratante.
Esse conteúdo foi reproduzido do blog do Universa, que consultou as seguintes fontes: Ana Carolina Lúcio Pereira, ginecologista e sócia-fundadora da Clínica Fada, em São José dos Campos (SP); Antonio Pera, ginecologista e obstetra da Clínica Pera, em São Paulo (SP); Caroline Alexandra Pereira, ginecologista e obstetra da Clínica Viváter, de São Paulo (SP); Débora Ramos Rosa, médica especialista em ginecologia natural, e Lilian Fiorelli, ginecologista especialista em sexualidade feminina e uroginecologia pela USP (Universidade de São Paulo).
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