Saúde
por Mariana Cedrim
Publicado em 08/01/2026, às 22h19
Um estudo, publicado no JAMA Pediatrics, apontou que o uso de celulares e tablets por crianças chega a aumentar entre 40% e 70% no período de recesso escolar e pode ter um preço alto à saúde infantil.
A luz azul emitida pelos dispositivos inibe a melatonina, hormônio do sono, podendo atrasar o adormecer em até duas horas, intensificando o relaxamento da rotina, confome dados da Sleep Foundation. A atividade cerebral noturna é essencial para a regulação emocional e consolidação da memória.
Além disso, o cérebro infantil, ainda em formação, recebe uma descarga de dopamina que altera o comportamento, conforme explica a psicóloga Andrea Beltran. “As telas ativam o sistema nervoso de maneira intensa. Quando essa excitação não é compensada por atividades físicas, surgem a irritabilidade e a baixa tolerância à frustração”.
Beltran destaca que é fundamental retomar o controle do acesso as telas sem demonizar a tecnologia. “Não é sobre proibir, mas sobre reposicionar as telas. Elas não devem ocupar o lugar de experiências fundamentais da infância, como o brincar livre e o descanso de qualidade”.
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