Saúde
por Leonardo Oliveira
Publicado em 27/11/2025, às 08h53
Um novo estudo da Fundação do Câncer, publicado nesta quarta-feira (27), no Dia Nacional de Combate ao Câncer, revela que mais de 60% dos casos de câncer colorretal no Brasil chegam aos serviços de saúde já em fases avançadas (3 e 4), ou seja, quando o tumor invade estruturas profundas ou apresenta metástases.
De acordo com o levantamento que analisou 177 mil casos atendidos em hospitais públicos e privados, o cenário de diagnóstico tardio reduz as chances de cura, exige tratamentos mais complexos e eleva os custos.
Além disso, o levantamneto revelou desigualdades no acesso ao cuidado oncológico, no qual o Sudeste concentra quase metade dos casos (49,4%) e recebe pacientes de outras regiões, enquanto o Centro-Oeste lidera o deslocamento de pessoas que precisam buscar atendimento fora (18%). Parte desse fluxo (16%) migra para o Sudeste.
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"A elevada proporção de diagnósticos tardios evidencia fragilidades importantes no acesso ao diagnóstico e no rastreamento do câncer colorretal no Brasil", conta Luiz Augusto Maltoni, diretor-executivo da Fundação do Câncer. Segundo ele, o deslocamento entre regiões impacta diretamente o tempo até o início do tratamento e a sobrevida dos pacientes.
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