Saúde

Outubro Rosa: Mastologista aponta sete principais sintomas do câncer de mama

Arquivo pessoal / Dra. Luciana Guimarães
De acordo com a profissional, os sintomas do câncer de mama podem aparecer de forma silenciosa  |   Bnews - Divulgação Arquivo pessoal / Dra. Luciana Guimarães
Natane Ramos

por Natane Ramos

Publicado em 19/10/2024, às 06h00



O Outubro Rosa é uma importante campanha para conscientizar e prevenir o câncer de mama. No Brasil, as ações relacionadas a esse período têm grande relevância, tendo em vista a alta incidência de pacientes com o diagnóstico da doença.

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De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se que 73.610 novos casos de câncer de mama sejam registrados até 2025, com uma taxa de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres.

Com esse alarmante número a mastologista e cirurgiã geral, a médica Luciana Guimarães listou ao BNews sete sintomas que podem indicar um câncer de mama. Confira a lista:

  1. Nódulo ou massa palpável na mama ou axila, geralmente endurecido e indolor.
  2. Mudanças no tamanho ou formato da mama.
  3. Alterações na pele da mama, como vermelhidão, ondulações ou retrações.
  4. Secreção anormal do mamilo, especialmente se for sanguinolenta.
  5. Inversão do mamilo de início recente (quando o mamilo se retrai para dentro).
  6. Inchaço ou aumento da mama.
  7. Dor persistente na mama ou no mamilo de forma assimétrica, embora a dor isolada seja menos comum.

"É importante ressaltar que muitos desses sinais podem não estar relacionados ao câncer de mama, mas qualquer alteração deve ser investigada pelo (a) mastologista", ressaltou Guimarães.

A profissional também destacou a importância da prevenção e do diagnóstico precoce para o tratamento e prognóstico do câncer.  "A detecção precoce do câncer de mama aumenta significativamente as chances de sucesso no tratamento e de cura. Quando o câncer é identificado em estágios iniciais, as opções de tratamento são mais eficazes, menos invasivas, e a taxa de sobrevida a longo prazo é muito maior. Além disso, a detecção precoce pode permitir cirurgias menos extensas e evitar a necessidade de tratamentos mais agressivos, como quimioterapia", finalizou Dra. Luciana.

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