Saúde

Saúde do quadril: Quais os riscos, sinais de alerta e o que fazer para prevenir problemas

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Segundo dados da Fundação Internacional de Osteoporose, o número de fraturas no quadril ligadas à osteoporose tende a crescer 32% até 2050  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Sophia Souza

por Sophia Souza

redacao@bnews.com.br

Publicado em 26/08/2026, às 16h03



O quadril é uma das articulações mais importantes do corpo humano, já que une o fêmur à pelve. Problemas nessa região estão ligados a perda de mobilidade e a maior ocorrência de quedas, principalmente para pessoas na terceira idade. 

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Segundo dados da Fundação Internacional de Osteoporose, o número de fraturas no quadril associadas à osteoporose tende a aumentar 32% na América Latina até 2050. Isso reforça a necessidade de prevenção e cuidado nesta área do corpo.

O ortopedista e cirurgião de quadril, Vinícius Rodrigues, alerta para as dificuldades que se pode ter quando o quadril está comprometido.

“Quando o quadril perde força, flexibilidade ou estabilidade, atividades simples como caminhar, sentar, levantar-se e subir escadas passam a exigir mais esforço, comprometendo a autonomia e a qualidade de vida”, destacou. 

Alterações na terceira idade

Com o envelhecimento, é normal que o corpo sofra alterações que afetam músculos, ossos e articulações. No quadril, isso significa uma menor amplitude de movimento, além da perda da massa muscular e maior risco de dores e lesões. 

Esse processo tende a ser intensificado em idosos que não praticam nenhuma atividade física. “Em idosos sedentários, esse processo tende a ser ainda mais evidente, já que a falta de atividade física acelera a rigidez articular e reduz o equilíbrio, o que aumenta a chance de quedas, um dos principais fatores de fratura e internação nessa faixa etária”, alerta Vinícius Rodrigues.

Por conta da dor intensa que se sente no quadril, muitas pessoas acham que o ideal é se movimentar menos, mas isso cria um ciclo de piora. Quanto menos movimento, maior a perda de força; quanto menor a força, maior a dificuldade para caminhar com segurança.

A perda de mobilidade no quadril começa de forma silenciosa, mas pode avançar para dor, rigidez e limitação de movimentos. Por isso, a prevenção é importante, já que muitos quadros podem ser tratados ou até mesmo evitados quando identificados cedo. 

Quais os sinais de alerta e o que fazer nesses casos?

Os sinais de alerta podem se manifestar por dores persistentes no quadril, mancar ao andar, ter dificuldade para levantar da cadeira, sentir sensação de travamento e incômodo ao permanecer muito tempo em pé ou sentado.

Em casos como esse, é necessário procurar uma avaliação médica para identificar a raiz do problema e evitar piora do quadro. O acompanhamento médico permite algumas intervenções menos invasivas, como fisioterapia e exercícios orientados. 

Confira alguns cuidados com o quadril na terceira idade

  • Praticar atividades físicas adequadas, como exercícios de fortalecimento;
  • Realizar caminhadas moderadas, hidroginástica e fisioterapia preventiva;
  • Manter o peso corporal e dieta equilibrada;
  • Usar calçados seguros, evitar pisos escorregadios e adaptar a casa para evitar quedas.

Classificação Indicativa: Livre

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