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Operadora hoteleira, com unidade na Bahia, cria Comitê ESG de cultura sustentável para negócios do setor

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Comitê vai desenvolver ações que envolvem capacitação, treinamentos, instrumentalização e cultura sustentável dos negócios  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Pixabay
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

veronica.macedo@bnews.com.br

Publicado em 27/01/2025, às 09h29 - Atualizado às 09h34



A Trul Hotéis, operadora hoteleira mais inovadora do Brasil, com unidade em Trancoso, Bahia, acaba de anunciar a criação do Comitê ESG, ou seja, um grupo de trabalho que vai ter a atribuição de discutir e criar ações práticas para transformar o conceito ESG em algo compreensível e aplicável ao negócio hotelaria. ESG é um acrônimo que significa Environmental, Social and Governance – na tradução live: Meio Ambiente, Social e Governança. 

De acordo com o diretor presidente, Alejandro Moreno, “essa iniciativa surge da percepção de que o mercado ainda não compreendeu a importância e como o conceito impacta os negócios”. Por isso, ele destaca que a operadora passa a ter o compromisso com sua empresa e com os hotéis administrados de analisar e criar ações de fácil aplicação para gradualmente promover a evolução do comportamento e, consequentemente, da cultura da empresa.

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Ainda segundo o executivo, a proposta é transformar meio ambiente e pessoas amparados por uma gestão descomplicada e transparente. “Não estamos aqui para fazer ativismo ou mesmo greenwashing. Somos players de negócio e estamos assumindo a nossa responsabilidade diante do setor”, explica. Moreno é pragmático em dizer que objetiva com isso construir uma marca ainda mais forte para a Trul e para isso as ações empreendidas deverão estar pautadas na verdade.

Mercado Livre

Um dos primeiros temas que está sobre a mesa do Comitê ESG é a entrada da operadora junto com seus hotéis administrados no mercado livre de energia elétrica. Atualmente, ela tem 13 unidades em operação sob sua gestão e, com isso, espera promover consumo mais eficiente e também gerar redução nos custos com esse insumo essencial para a operação hoteleira, o qual se estima consumir cerca de 6% dos custos operacionais.

O mercado livre permite que empresas escolham fontes de energia mais limpas e renováveis, como energia solar, eólica, hidrelétrica, entre outras. Além disso, a decisão pode gerar redução de custos, uma vez que a energia pode ser mais barata. Outra forma de contribuição para sustentabilidade é por meio da promoção da eficiência energética. Ao selecionar seu fornecedor, empresas podem escolher aquele que oferece soluções mais eficientes e que ajudem a reduzir o consumo.

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