BNews Turismo

Preço das passagens aéreas tem alta nos destinos mais concorridos do Brasil

Divulgação / Onfly

Aumento do valor das passagens aéreas foi de três a quatro vezes maior nos trechos mais concorridos

Publicado em 20/06/2022, às 14h34    Divulgação / Onfly    Redação BNews

A Startup Onfly mostra como o mercado e os consumidores estão se sentindo com a recuperação do turismo: Os preços das passagens aéreas Brasil disparam em 2022, principalmente nos destinos mais concorridos do país. Com base em plataforma própria e no site da Anac, a pesquisa registra que as tarifas aumentaram 19,3% em 2021 e, em 2022, até fevereiro, o aumento foi próximo de 15%.

Para os trechos com maior tráfego de passageiros, o aumento foi ainda maior, entre três e quatro vezes. A análise da Onfly observou que, além das empresas reduzirem o número de preços promocionais, que levavam os preços para baixo dos valores convencionais, ainda foram adicionados os reajustes.

A ponte-aérea São Paulo (Congonhas), Rio de Janeiro (Santos Dumont), além de Congonhas-Confins, em Belo Horizonte, apresentaram as maiores variações, chegando a ficar até quatro vezes mais caras.

Leia também: 

Setor de Turismo tem prejuízo de mais de R$ 515 bi desde ínicio da pandemia

Aeroportos da Infraero devem receber mais de 600 mil viajantes no feriado de Corpus Christi

Alemanha suspende todas restrições para entrar no país

De acordo com a Onfly, dois são os principais fatores por trás do aumento dos preços dos voos domésticos. O primeiro são os ajustes que as companhias aéreas estão fazendo durante a flexibilidade e a retomada das viagens pós-pandemia da Covid-19. Independentemente do motivo da viagem, a trabalho ou a lazer, as empresas aéreas seguraram os valores das passagens com preços promocionais artificialmente devido à baixa demanda e procura durante a pandemia.

A guerra entre a Rússia e a Ucrânia é o segundo fator mais importante. O conflito levou a uma alta recorde do preço do petróleo e, com isso, os preços do querosene de aviação subiram, além do aumento do dólar, que pressionou a indústria da aviação, com efeitos diretos nas passagens aéreas nacional e internacional – focos de discussões dentro e fora do mercado. Combustível é um dos elementos que mais pesa no preço da passagem aérea.

"Em abril de 2021, nosso tíquete médio na Onfly era de R$ 1.052, com ADVP (tempo de antecedência de compra) de oito dias. Atualmente, o tíquete médio está em R$ 2.155, com ADVP de 14 dias, o que mostra uma variação de 104% em um ano, mesmo com o cliente planejando para comprar com mais antecedência", relata o CEO da Onfly, Marcelo Linhares, também blogueiro do Portal Panrotas.

Siga o Tiktok do BNews e fique por dentro das novidades

Classificação Indicativa: Livre