BNews Agro
Publicado em 08/06/2025, às 15h49 - Atualizado às 16h18 Divulgação / Freepik Vagner Ferreira
O fato de comprar frutas e verduras cortadas pode não ser uma boa opção, conforme apontam nutricionistas. Isso porque o manuseio e a forma de armazenamento podem não ser adequados, gerando risco de contaminação. De acordo com informações do jornal O Globo, a exposição de frutas e verduras pré-cortadas no supermercado pode fazer com que a fruta oxide mais rapidamente, resultando na perda de vitaminas e nutrientes.
"Fui ao supermercado e encontrei isto: melões e meios melões, melancias e meias melancias. Talvez muitas pessoas não vejam nada de estranho, mas quando veem isto, muitas escolhem o melão cortado porque metade é suficiente ou porque não querem um melão inteiro", explica a nutricionista Duna Nicolau, ao O Globo.
Segundo a especialista, a probabilidade do produto conter bactérias, devido à exposição ao ar por mais tempo, é ainda maior. “Frutas como melão e melancia têm uma proteção natural: a casca, que é especialmente espessa porque essas frutas crescem no solo. A partir do momento em que são cortadas, os microrganismos começam a proliferar, um processo que pode ser acelerado se a fruta não for manuseada adequadamente. Os microrganismos podem se desenvolver nos campos onde são cultivados e o manuseio adequado desses alimentos nem sempre é garantido nos supermercados”, acrescentou.
A Agência Espanhola de Segurança Alimentar (AESA) recomenda que as frutas fiquem guardadas em temperatura ambiente abaixo de 25°C em um local com boa ventilação, protegidas da luz solar e com, no máximo, três horas após serem cortadas. “Armazenar frutas cortadas ao meio em temperatura ambiente por curtos períodos não parece ter influência significativa no desenvolvimento de patógenos de origem alimentar”, comunicou a agência, conforme a reportagem.
Conheça erva aromática eficaz para saúde do coração e de fácil plantio em casa
Bilionário do agro aposta em terras “imprestáveis” e pode faturar R$ 4,2 bilhões; entenda