Justiça
Publicado em 10/03/2026, às 20h22 Reprodução Redes Sociais Mariana Cedrim
A defesa do goleiro Bruno se maniestou após a Justiça do Rio de Janeiro considerar foragido o ex-atleta condenado a mais de 22 anos de prisão pelo assassinato de Eliza Samudio. Ele deveria ter se apresentado às autoridades depois da revogação de sua liberdade condicional.
A advogada Mariana Migliorini informou, em entrevista ao portal G1, que a equipe jurídica pretende recorrer da decisão e destacou que orientou Bruno a não se apresentar neste momento.
"Se ele se apresentar agora, pode acabar ficando em regime fechado como se fosse semiaberto, o que entendemos ser uma medida irregular". De acordo com a advogada, Bruno vinha cumprindo as exigências impostas desde que recebeu o benefício da liberdade condicional.
A revogação da condicional e a volta do ex-goleiro ao regime semiaberto foi determinada depois que ex-atleta viajou para o Acre no dia 15 de fevereiro sem autorização da Justiça para atuar pelo Vasco-AC, o que é proibido diante das condições impostas na condicional.
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