Justiça
Publicado em 30/08/2025, às 13h00 Divulgação Bruna Rocha
O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) está investigando um promotor de justiça por racismo durante uma sessão do Tribunal do Júri em São José do Norte, na última quinta-feira (28/8). Segundo relatos, o promotor teria dito ao réu que ele não cometeria crimes se tivesse recebido “chibatadas” na infância.
O réu, que respondia por homicídio qualificado e tentativa de feminicídio, foi condenado a 28 anos de reclusão. De acordo com o MPRS, a fala do promotor foi registrada em ata e encaminhada à Corregedoria do Ministério Público.
“A magistrada responsável pelo julgamento, observando os princípios da legalidade e da imparcialidade que regem a atuação jurisdicional, procedeu ao registro da ocorrência em ata e à devida comunicação oficial aos órgãos competentes”, informou a nota.
O Ministério Público afirmou ainda que “não compactua com esse tipo de conduta” e que instaurou um expediente administrativo para apurar o caso.
Secretário de Meio Ambiente se manifesta após prefeitura de Ilhéus embargar obra sob denúncia de crime ambiental no aeroporto
Nubank contesta alegações do Ministério Público sobre práticas abusivas: "Ampla transparência e didatismo"