Esporte
Publicado em 26/06/2026, às 13h16 - Atualizado às 13h27 Reprodução / Redes Sociais Cauan Borges
O presidente do Ceará, João Paulo Silva, foi alvo do envio de uma bomba caseira durante um curso de teatro realizado na quinta-feira (25). O encaminhamento do artefato explosivo foi através de sua filha, que faz aulas no centro artístico.
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O episódio provocou manifestações de solidariedade de clubes da Série A do Campeonato Brasileiro, entre eles Bahia e Vitória, que repudiaram o ocorrido. O caso foi tornado público pelo próprio dirigente por meio das redes sociais. De acordo com João Paulo, a jovem recebeu um suposto presente que continha um artefato explosivo improvisado e uma carta com ataques direcionados ao mandatário do 'Vozão'.
Segundo o presidente do clube cearense, a situação causou forte abalo emocional na filha, que sofreu um ataque de pânico após o episódio. JP afirmou ainda que já acionou medidas legais para garantir a segurança da família e da instituição.
Esse só mais um que se soma aos vários que já fizeram a mim e à minha família. Eu sou presidente do Ceará. Aguento as porradas, o meu cargo exige isso. Mas mexeram com inocentes. E isso tudo somente pelo poder. Essa covardia não pode ser considerada normal. Já estou tomando as devidas providências legais pra proteger a minha família e o Ceará Sporting Club”, declarou.
Veja:
Em nota oficial, o Ceará confirmou que a filha do dirigente foi alvo da ação e classificou o episódio como criminoso. O clube ressaltou que ameaças, intimidações e qualquer forma de violência não devem ser toleradas, independentemente das circunstâncias.
O Bahia também se pronunciou sobre o caso e prestou solidariedade ao presidente do Ceará e aos familiares: “O Esporte Clube Bahia SAF manifesta solidariedade ao Ceará Sporting Club, ao seu presidente, João Paulo Silva, e a seus familiares, além de repudiar veementemente os graves atos de violência e intimidação dos quais foram vítimas”, afirmou o clube.
Ainda na nota, o Tricolor destacou que o futebol deve permanecer como um ambiente de respeito, convivência e segurança, além de defender a identificação e responsabilização dos envolvidos.
Já o Vitória classificou o episódio como inadmissível e reforçou que não há espaço para violência no esporte: “O futebol é um ambiente de paixão, respeito e convivência. Não há qualquer espaço para atitudes de violência, intimidação ou ameaças, que atentam não apenas contra a integridade das pessoas, mas também contra os valores que o esporte representa”, destacou o clube baiano.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre suspeitos ou investigações relacionadas ao caso.
Confira as notas dos clubes baianos:
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