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'Êscândalo do Pênis': Atletas com membros avantajados viram polêmica e rendem investigação mundial

Rumores tomaram uma crescente tamanha que a Agência Mundial Antidoping lançou uma investigação  |  Divulgação

Publicado em 10/02/2026, às 18h35 - Atualizado às 19h11   Divulgação   Alex Torres

Uma polêmica tem tomado conta das Olimpíadas de Inverno de 2026, na Itália, abertas oficialmente na última sexta-feira (6): competidores do salto de esqui masculino estariam injetando ácido hialurônico no pênis para obter uma vantagem em relação aos adversários.

O caso foi apelidado na imprensa internacional como 'Penisgate', que na tradução literal seria 'Escândalo do Pênis'. Os rumores tomaram uma crescente tamanha que a Agência Mundial Antidoping lançou uma investigação para avaliar se casos do tipo podem afetar o equilíbrio do esporte.

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Ao G1, o professor de mecânica aplicada Marco Belloli explicou que a ideia por trás do truque seria de que, durante a fase de medição, os competidores tentam aumentar o volume corporal aparente do atleta para que o traje acabe ficando maior.

Uma explicação simples para a prática seria de que quanto maior a superfície de contato com o ar, mais eficiente seria a planagem. Um estudo mostrou que adicionar apenas dois centímetros de tecido ao traje pode gerar aproximadamente seis metros a mais na distância saltada.

Segundo a Veja Saúde, alguns cálculos realizados sobre o caso sugerem que apenas  dois centímetros poderiam render até 5,8 metros extras no salto, uma diferença significativa que pode mudar o destino das medalhas. Atualmente, não há nenhuma regra impedindo que o atleta aumente artificialmente o pênis, mesmo que isso acarrete em um aumento de performance. 

Por fim, vale destacar que não há certeza se as injeções de ácido hialurônico realmente têm sido um problema no esporte, um caso isolado, ou mesmo algo que já tenha acontecido. Tudo começou após uma reportagem de um tablóide alemão, que citou apenas rumores de bastidores.

Mesmo assim, a investigação aberta pela Agência Mundial Antidoping pode ajudar a elucidar se algum caso do tipo já ocorreu. No entanto, ainda é improvável que renda algum tipo de punição em um primeiro momento, uma vez que a utilização de ácido hialurônico não é considerado uma prática banida e nem configura doping.

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