Polícia

Rope Jumping: Vídeo mostra momento da prisão de instrutores responsáveis pela morte de Maria Eduarda

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser lançada de uma plataforma sem segurança durante atividade de rope jumping  |  Reprodução/Redes sociais/X

Publicado em 15/06/2026, às 18h56   Reprodução/Redes sociais/X   Antonio Dilson Neto

Uma testemunha que filmou a prisão dos envolvidos na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, afirmou que pediu aos policiais para não deixarem o local sem prender os responsáveis pela empresa de rope jumping envolvida no acidente. 

Maria Eduarda morreu após ser lançada de uma plataforma sem estar conectada à corda de segurança. A jovem sofreu politraumatismo e não resistiu aos ferimentos. 

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Em um vídeo que circula nas redes sociais, a mulher relata que os agentes da Polícia Militar precisaram sacar as armas e ordenar que todos se deitassem no chão para evitar que os envolvidos escapassem.

O acidente aconteceu durante uma atividade de rope jumping e foi registrado por pessoas que acompanhavam o salto.

Logo após a repercussão do caso, os responsáveis pela “Entre Cordas e Ih Voei” desativaram o perfil da empresa nas redes sociais. Eles ofereciam a prática de rope jumping, um tipo de esporte radical que consiste em saltos presos a uma longa corda de escalada, procedimento que deveria ter sido seguido no caso.

Segundo a Polícia Militar, seis pessoas foram conduzidas ao distrito policial. Entre elas, três permanecem detidas e vão responder por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de morte. O caso segue sob investigação para definir as responsabilidades e esclarecer como a vítima foi autorizada a saltar sem o equipamento de segurança devidamente conectado.

Classificação Indicativa: Livre


Tagssegurançasaltopolitraumatismomaria eduardaEsporte radicalRope jumping

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