Política
Publicado em 25/02/2019, às 19h49 Vagner Souza/BNews Eliezer Santos e Márcia Guimarães
O vice-prefeito e titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), Bruno Reis, se esquivou de tratar sobre a disputa para a gestão municipal em 2020. Para ele, o momento agora é de “trabalhar pela cidade”.
“Eu estou focado em tocar as obras, virei secretário de obras para acelerar os projetos e esse é o meu foco. Todos os partidos vão ter as suas pretensões, vão ter os seus nomes. Nomes que aparecem agora não se confirmarão lá na frente, mas o importante é que vai chegar 2020, que é a hora de travar esse debate. Agora não passam de especulações, inclusive o meu”, respondeu Reis sobre uma possível disputa entre ele e o senador Otto Alencar (PSD) nas eleições de 2020. O BNews deu a informação em primeira mão no programa Radar Legislativo.
Questionado também sobre a aproximação entre o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Geraldo Júnior (SD), e o governador Rui Costa (PT), Reis defendeu que o vereador tem o papel de se relacionar com chefe do Poder Executivo, chefes de poderes legislativos e com presidentes de partidos. “Geraldo tem as relações dele, eu também tenho as minhas. Todos nós que estamos na política temos relações em um campo ou em outro campo político. Agora, até isso se efetivar em filiação, é só abril do ano que vem. Falta mais de um ano. Vamos falar de política em 2020, a população não quer nem saber de interesses político-partidários. Os interesses da cidade são mais urgentes e estão acima disso. Essa é a prioridade e o foco neste momento: fazer uma série de realizações que estão ajudando a realizar os sonhos das pessoas”, desconversou o vice-prefeito.
Tentando desviar do assunto, Reis pediu para falar mais de gestão e de trabalho e menos de política. “Tudo o que tem são especulações, conversas e conjecturas que podem vir a se confirmar ou não. Geraldo é um amigo, um parceiro, que não é de agora, de 20 anos de vida pública, que tanto eu como o prefeito temos amizade, além de ser de um partido aliado. E ele tem outros amigos e outros partidos e tem que conversar com todos. A política moderna permite isso”, finalizou.