Política

COP29: Marina Silva avalia conferência como “experiência difícil” em discurso final

Marina explicou que sua avaliação é por conta de assuntos importantes que ficaram pendentes de debate e resolução  |  Ana Rosa Alves/MMA

Publicado em 24/11/2024, às 18h05 - Atualizado às 18h06   Ana Rosa Alves/MMA   Lucas Pacheco

A ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, classificou a COP29, Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2024, qeu aconteceu em Baku, Azerbaijão, como uma “experiência difícil”. A avaliação de Marina foi durante o discurso final da autoridade brasileira no encerramento do evento neste sábado (23)

“É fundamental, sobretudo após a difícil experiência que estamos tendo aqui em Baku, chegar a um resultado minimamente aceitável para todos nós, diante da emergência que estamos vivendo.”

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As delegações dos quase 200 países reunidos na COP29, Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2024, em Baku, no Azerbaijão, chegaram a um acordo, na noite deste sábado (23), já madrugada de domingo (24) no país asiático, que está 7h horas na frente do horário de Brasília, após atraso e suspensão das negociações. O texto final aponta um valor de US$ 300 bilhões anuais.

À imprensa, após o final da COP29, Marina explicou que sua avaliação é por conta de assuntos importantes que ficaram pendentes de debate e resolução, como o financiamento climático por países ricos até 2035.

“Nós, que somos mães, se ficássemos apenas olhando para o processo das dores de parto, talvez a gente não olhasse com tanta ternura para a criança. Então, aqui [em Baku], ainda estamos esperando a criança nascer. E se nascer, temos a oportunidade de olhar o processo difícil, como algo que valeu a pena. Estamos no processo”, disse Marina.

O financiamento climático foi uma demanda de países em desenvolvimento, como o Brasil, durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2024.

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