Política
Publicado em 09/08/2026, às 08h12 Eduardo Bolsonaro - Reprodução/Redes Sociais Eduardo Costa
Mesmo após a Polícia Federal determinar, a três semanas atrás, a expulsão do ex-deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL), do seu quadro de servidores, o nome do ex-parlamentar ainda consta formalmente como escrivão, cargo que ele conseguiu por meio de concurso público em 2010.
Segundo informações do jornalista Lauro Jardim, do O Globo, a PF enviou a decisão ao Ministério da Justiça no dia 21 de julho, porém, até o momento, o processo não andou.
A corporação acusa Eduardo de abandono de cargo. O documento foi enviado pela Corregedoria-Geral da Polícia Federal ao ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva. Ele será responsável por decidir se atende ou não a recomendação da PF.
O ex-deputado federal deixou o Brasil para viver nos EUA em 2025, afirmando ser alvo de perseguição política. Após perder o mandato de deputado federal, em dezembro do ano passado, passou a ser alvo do processo administrativo por não retornar às funções de escrivão da PF.
De acordo com a PF, com a cassação do mandato parlamentar, Eduardo deveria ter reassumido o cargo na Polícia Federal, no Rio de Janeiro, o que não ocorreu. A ausência motivou a abertura do PAD no início deste ano e fundamentou a recomendação de demissão por abandono de cargo.
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