Política
Publicado em 02/06/2023, às 11h16 Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados Daniel Serrano
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), tem dito a interlocutores que não vê como represália a operação da Polícia Federal (PF) contra seus aliados realizada na última quinta-feira (1°), após o governo ter pressionado a Câmara para que a medida provisória que reformulava a esplanada dos ministérios fosse aprovada.
No entanto, de acordo com o site “O Bastidor”, Lira acredita que a investigação foi uma forma de tentar enfraquecê-lo politicamente. O deputado tem desconfiado do ministro da Casa Civil, Rui Costa.
O presidente da Câmara acredita que não é coincidência que a operação PF tenha ocorrido ao mesmo tempo que o Supremo Tribunal Federal (STF) ter reaberto a análise da denúncia que pode torna-lo réu por corrupção passiva.
Ainda segundo a publicação, apesar de tentar descartar as movimentações à sua atuação na tramitação da MP, Lira garante que "os ataques" não passaram despercebidos e que seria melhor para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que não haja investidas contra ele. Caso contrário, o deputado disse que seria uma declaração de guerra.
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