Política

Prefeitura de Salvador diz que escolas voltaram a funcionar e faz novo apelo a professores

Em comunicado, a prefeitura de Salvador reforçou que não haverá negociações com os professores enquanto houver greve  |  Divulgação

Publicado em 10/07/2025, às 21h59   Divulgação   Héber Araújo

A prefeitura de Salvador emitiu um comunicado, nesta quinta-feira (10), afirmando que das 412 escolas da rede municipal de Salvador, 321 estão já retomaram suas atividades após retorno dos profissionais de educação aos postos de trabalho. Apesar disso, os professores ainda permanecem em greve.

“A gestão municipal reforça o apelo para que os trabalhadores que ainda estão em greve possam encerrar o movimento e retornar às escolas para que toda a rede esteja em funcionamento, beneficiando estudantes e seus familiares”, disse a nota da prefeitura.

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Os professores reivindicam que o Executivo municipal pague o piso salarial, hoje estipulado em R$4.867,77, sem contar os benefícios. Entretanto, a Prefeitura afirma que a campanha salarial do ano de 2025 proporcionou em um reajuste salarial de 9% a 18% para os profissionais da educação. A proposta foi alvo de críticas por parte dos professores que afirmaram ser insuficiente.

Ainda no comunicado, a gestão municipal afirmou que a tabela de vencimentos é irrevogável e que, durante mesa de negociações com representantes da APLB Sindicato, reverteu parcialmente a lei, renegociando pontos como:

Sem negociações durante a greve

A prefeitura ainda afirmou que “não haverá, além dos pontos já tratados, novas rodadas de negociação enquanto a greve persistir, pois entende que já assegurou à categoria todos os avanços viáveis no atual cenário, cumprindo a legislação e os critérios de responsabilidade fiscal”.

A gestão municipal ainda lembrou que órgãos judiciais, como o Supremo Tribunal Federal (STF), já declararam a greve ilegal e determinaram o fim imediato.

“Prefeitura, por fim, salienta o apelo para que os profissionais que ainda estejam em greve retornem às escolas, garantindo um direito fundamental das crianças e jovens que é o acesso à educação”.

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