BNews Agro
Publicado em 06/02/2025, às 10h42 - Atualizado às 10h58 Publicado por Vagner Ferreira
O Brasil começou o ano de 2025 com quantidade de oferta reduzida acerca do mercado de trigo, conforme apontado pelo portal Globo Rural. De acordo com o relatório do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA - ESALQ USP), com base em informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o grão teve redução de 2,6% em relação ao ano anterior, com colheita de 7,89 milhões de toneladas em 2024.
Em janeiro deste ano, a área cultivada teve um recuo de 11,9%, ficando em 3,06 milhões de hectares. Em contrapartida, o índice de produtividade registrou crescimento de 10,6%, alcançando a marca de 2,58 toneladas por hectare. O déficit interno deve ficar em, aproximadamente, 3,5 milhões de toneladas.
Maior exportadora de trigo para o Brasil, a Argentina diminuiu as taxas de impostos de 12% para 9,5% até 30 de junho de 2025 e a China passou a comprar o trigo argentino, aumentando a concorrência.
A safra de trigo da Argentina teve aumento de 23% em relação ao ciclo 2023/24, com 18,6 milhões de toneladas. Já a Rússia (10,9%), a União Europeia (10,2%), a Turquia (9,5%) e a Ucrânia (0,4%) devem apresentar quedas. Os preços têm previsão de continuar pressionados para os Estados Unidos, Canadá, Austrália, Argentina e Cazaquistão.
Para o Brasil, o Cepea indicou que os valores de comercialização do cereal tiveram aumento de 30% e 34%, em relação ao ano anterior. Dentre as cidades, estão: Carazinho (RS), com 8,5%; Xanxerê (SC), com 5,5%; Paraná (PR), com 2%; Guarapuava (PR), com 0,7%.
O Cerrado pode ter destaque na produção, com índices superiores ao Sul e Sudeste. Bahia, Goiás e Minas Gerais devem ampliar a sua produção.
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