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Golden Retriever morre durante viagem e forma como corpo foi devolvido choca; entenda

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Tutores da Golden Retriever acusam transportadora de negligência  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Pixabay
Verônica Macedo

por Verônica Macedo

veronica.macedo@bnews.com.br

Publicado em 06/07/2024, às 09h10 - Atualizado às 09h29



Após o caso do cão Joca, outro fato envolvendo a morte de uma pet choca o Brasil. Uma cadela de cinco anos morreu enquanto era transportada de São Luís para São Paulo. Tutores do animal responsabilizam a transportadora e a acusam de negligência. A forma como o corpo da cadela, de nome Gaia, foi devolvido abalou os familiares.

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Segundo a reportagem de o portal Uol, os tutores foram informados da morte da cachorra da raça Golden Retriever no dia 28 de junho, dois dias após ela embarcar em uma van que fazia o transporte de 18 animais, passando por 11 Estados do país.

“A tutora optou por transporte terrestre por medo de enviar a cadela de avião, devido ao caso do cão Joca. Um dia após embarcar Gaya, em São Luís, tutores perceberam que havia algo errado. O rastreador mostrava que a van estava parada por várias horas. A família tentou contato com a empresa, mas não teve retorno”, revelou a matéria.

“Tudo parecia bem até a manhã do dia 28 de junho, quando fomos informados que o veículo estava quebrado no Pará", diz relato dos tutores nas redes sociais. Entretanto, no mesmo dia, eles foram informados sobre a morte de Gaya, por telefone, mas segundo os tutores, os responsáveis pela empresa de transporte de animais MooviPet não deram explicações do que teria acontecido.

Um choque ainda maior ocorreu quando o corpo da pet foi entregue à família: ele estava enrolado em um saco plástico, dentro de uma caixa de isopor. "Relutaram em enviar o corpo dela, sugerindo incinerá-lo ou até mesmo descartar pela estrada. Depois de muita insistência, o corpo de Gaia chegou a São Luís no dia 30 de junho, em um uber, e dentro de um isopor muito mal refrigerado, embalado num saco preto. Foi um choque total", disseram os tutores, conforme reportagem de o Uol.

O boletim de ocorrência foi registrado e a família espera o laudo pericial enquanto a Polícia Civil do Maranhão investiga o caso através da Delegacia de Meio Ambiente. 

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