Justiça
por Claudia Cardozo
Publicado em 04/02/2026, às 15h37 - Atualizado às 15h40
O impacto das denúncias de abuso sexual contra o ministro Marco Buzzi deixou de ser apenas um burburinho de corredor para paralisar, literalmente, as atividades da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta quarta-feira (4). A sessão é a primeira da Corte Especial de 2026.
Os presentes no plenário conversaram ao pé do ouvido sobre a crise e a repercussão na mídia.
Quase uma hora de "vácuo"
A sessão da Corte Especial, composta pelos 15 ministros mais antigos da casa, estava marcada para as 14h, mas o plenário permaneceu esvaziado por quase uma hora.
O martelo só bateu para o início dos trabalhos às 14h53.
Ao abrir a sessão, o presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, deu justificativa formal. Pediu desculpas pelo atraso e alegou que a demora ocorreu para "garantir o quórum", enquanto aguardava a chegada de todos os integrantes. No entanto, nos bastidores, o motivo era outro.
A verdade por trás do atraso reside na pressão sobre a presidência. Antes de entrar em plenário, o presidente foi "convocado" por seus pares para uma definição sobre o futuro de Marco Buzzi.
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