Justiça

Saiba o que pode acontecer após acordo de delações premiadas sobre o Banco Master

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Investigações apontam que mais pessoas devem aderir às delações premiadas  |   Bnews - Divulgação Rovena Rosa/Agência Brasil
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 17/03/2026, às 15h31 - Atualizado às 15h51



O caso do Banco Master tem gerado muitas especulações nos bastidores, inclusive com uma possível colaboração premiada do dono do banco, Daniel Vorcaro, após a troca de advogado. O banqueiro está preso em um presídio de segurança máxima em Brasília.

Em uma sessão da última sexta-feira (13), o ministro André Mendonça manteve a prisão do banqueiro e contou com os votos dos ministros Luiz Fux e Kássio Nunes Marques, todos integrantes da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal. Mendonça é o relator da matéria no STF.

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A mesma decisão preservou restrições e investigações sobre pessoas tidas como integrantes do núcleo operacional do esquema. Entre eles estão o empresário Fabiano Zettel, identificado como operador financeiro do grupo, e o escrivão aposentado da Polícia Federal Marilson Roseno da Silva, suspeito de ter facilitado o acesso a informações sigilosas durante as investigações.

Outro nome presente na decisão judicial é o do advogado Leonardo Augusto Furtado Palhares. A inserção de Palhares no rol de investigados reforça a compreensão de que o caso extrapolou o campo estritamente financeiro e passou a abranger um leque mais amplo de atores institucionais e empresariais.

A partir da inserção de mais nomes no âmbito desse escândalo bilionário, corre nos bastidores que delações premiadas estão por vir para tentar livrar muita gente de dosimetrias pesadas que devem ser impostas pelo Poder Judiciário.

A possível delação de Vorcaro é algo tratado como possibilidade grande e o avanço das investigações demonstra que o universo de colaboradores em potencial é consideravelmente mais amplo.

Entre essas pessoas estão trabalhadores que conviviam de perto com o empresário. O capitão do iate utilizado por Vorcaro, o cozinheiro e a empregada doméstica Monique são mencionados como possíveis testemunhas — todos, segundo relatos, teriam sido alvo de intimidações por parte do banqueiro. Confira a matéria completa no site O Brasilianista.

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