Cultura

Wesley Rangel fez o Axé acontecer, considera Jonga Cunha em homenagem na Alba

O produtor cultural, um dos idealizadores da reverência, ressaltou a importância da criação do Estúdio WR para o movimento

Publicado em 25/11/2015, às 11h53    Gilberto Jr. / Bocão News    Tiago Di Araujo (@tiagodiaraujo)

Durante a homenagem aos 30 anos de Axé Music, realizada na manhã desta quarta-feira (25), na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), proposta pelo deputado estadual Eduardo Salles, o produtor cultural Jonga Cunha, um dos idealizadores da reverência, ressaltou a importância do também homenageado Wesley Rangel. 
"Essa é a principal importância pra mim. O Axé é homenageado a cada dia, na rua, nos shows cheios, no reconhecimento popular, em cada prêmio, em cada viagem, em cada luz que Ivete, Margareth acende por aí. O movimento musical baiano é homenageado dia-a-dia. Rangel foi uma figura tão importante na estrutura e acontecimento disso que ele pode ser considerado uma porta que abriu", descreveu. 
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Segundo Jonga, com a criação do Estúdio WR, Rangel fez o Axé acontecer. " A gente já tinha tudo isso, mas não conseguia reunir, não conseguia gravar, tinha um entrave tecnológico. Ele trouxe e a partir dele, o Axé aconteceu, tenha certeza disso. Então, hoje o principal aqui é a homenagem a Rangel", disse. 
Questionado sobre os nomes, o músico afirmou que não é o destaque da homenagem. A escolha são de músicos, radialistas, gente muito leve, que foi contactado para comparecer, mas não é importante. A importância é a placa ser Wesley Rangel", ressaltou. Em seu discurso, Cunha agradeu a Rnagel por viabilizar o Axé. 

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