Economia & Mercado
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Opnus, em janeiro deste ano, revelou que os baianos têm uma visão negativa sobre os jogos de azar virtuais, como apostas online e cassinos virtuais. Enquanto 20% dos entrevistados admitiram já ter feito alguma aposta online, 80% afirmaram nunca ter apostado.
A percepção de perigo associada aos jogos é alta: 78% consideram as apostas perigosas, contra apenas 11% que acreditam que não são, enquanto outros 11% não souberam ou não quiseram opinar.
Apostas online e perfil dos apostadores
Embora a maioria dos baianos não tenha participado de apostas online, alguns recortes mostram diferenças entre os grupos:
Homens: 21% já apostaram, contra 19% das mulheres.
Renda mais alta: Entre os que ganham mais de seis salários mínimos, 25% já realizaram apostas, maior proporção em comparação aos que ganham até um salário mínimo (20%).
Proibição de Bets e cassinos virtuais
Quando questionados sobre a regulamentação desses jogos, os baianos se mostraram majoritariamente favoráveis à proibição:
Cruzamentos por renda
A opinião sobre a proibição varia entre as faixas de renda, mas a rejeição é predominante em todas:
Até 1 salário mínimo: 63% defendem a proibição.
Acima de 6 salários mínimos: 64% também são contrários à permissão.
Até 1 salário mínimo: 77% são contrários.
Acima de 6 salários mínimos: 76% defendem a proibição.
Percepção de perigo
A maioria dos entrevistados, independente da renda, considera os jogos de azar perigosos:
Metodologia
Até 1 salário mínimo: 46%
De 1 a 2 salários mínimos: 20%
De 2 a 6 salários mínimos: 22%
Mais de 6 salários mínimos: 5%
Classificação Indicativa: Livre
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