Economia & Mercado
por Vagner Ferreira
Publicado em 14/07/2025, às 08h32 - Atualizado às 08h55
O documentário 'O Século do Globo', estrelado pelo apresentador Pedro Bial, pode ter sido uma alternativa para que o veterano – com mais de quatro décadas ininterrupos na empresa – não fosse demitido da emissora.
Isso porque, de acordo com informações de o portal TV Foco, o jornalista tinha sido anunciado informalmente pelo diretor-geral da emissora, Amauri Soares, de que o contrato não seria renovado em dezembro, pois o programa Conversa com Bial gera um custo muito alto para a empresa e não rendia como o esperado.
Vale lembrar que o salário do apresentador, inclusive, já havia sido reduzido de R$ 1,2 milhão para R$ 600 mil, valor ainda considerado alto para o atual patamar da Globo. Para justificar a quantia, a empresa colocava Pedro Bial à frente de vários outros projetos, como do núcleo de documentários do Globoplay, responsável pelo retorno do Som Brasil e do Linha Direta.
O Conversa com Bial custa um alto valor para a empresa, sendo quase três vezes maior do que o concorrente The Noite com Danilo Gentili, e, segundo a reportagem, fica atrás, em alguns momentos, do Fala Que Eu Te Escuto, programa de debates evangélicos da Record. Com o fim do talk show, o horário seria ocupado por reprises da novela das nove, assim como já acontece com o folhetim das sete, que é muito mais barato para a emissora.
O documentário do jornal O Globo virou piada na própria emissora. “Bial é mais puxa-saco do Roberto Marinho do que os próprios filhos do empresário”, disse o crítico de televisão da Folha de S.Paulo, Maurício Stycer, em publicação feita no X, segundo a reportagem.
No entanto, a demissão que era provável, agora é dada como incerta por nove a cada dez funcionários. No entanto, o salário não deve permanecer o mesmo e deve ser reduzido mais uma vez.
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