Economia & Mercado

EXCLUSIVO: Diretor de operações da Bamin deixa empresa; saiba detalhes

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Bahia Mineração é sediada na Bahia, mas é controlada por um grupo do Cazaquistão  |   Bnews - Divulgação Montagem Bnews | Reprodução site Bamin | Reprodução Ti Bahia
Silvânia Nascimento

por Silvânia Nascimento

silvania.nascimento@bnews.com.br

Publicado em 17/05/2025, às 16h11 - Atualizado às 16h52



O diretor de Operações de Ferrovias da Bahia Mineração(BAMIN), Gustavo Cota, está de saída da empresa que, há mais de 19 anos, atua no Brasil investindo no desenvolvimento socioeconômico do estado da Bahia. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da BAMIN ao Bnews

Ainda ao Bnews, a comunicação informou que a saída de Gustavo já está confirmada e acontecerá no final deste mês. Quando questionado sobre o motivo do desligamento, o departamento justificou que o profissional está em busca de realocação na sua área de atuação. 

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Embora a Bamin seja sediada na Bahia, ela é controlada por um grupo do Cazaquistão e está com problemas financeiros  e precisando de investimentos bilionários — estimados US$ 5,5 bilhões. Recentemente, representantes da Vale a da Cedro Mineração se reuniram para discutir sobre uma possível sociedade para a compra da mineradora Bamin.

Em entrevista concedida ao Bnews, em abril deste ano, Eduardo Ledsham, diretor executivo da Bamin, chegou a rebater uma suposta dívida bilionária com fornecedores e clientes a BAMIN não tem dívidas. "O que aparece no balanço como endividamento superior a R$ 2,5 bilhões refere-se apenas aos aportes feitos pelos acionistas e está registrado dessa forma apenas por exigência contábil", disse Eduardo Ledsham na época.

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