Economia & Mercado
Publicado em 12/02/2025, às 10h35 Publicado por Vagner Ferreira
Com o alto valor do café nos supermercados brasileiros, eis que surge uma nova opção: o ‘cafake’, como está sendo chamado nas redes sociais, conforme informações do jornal O Globo. Enquanto o produto original estava cotado em cerca de R$ 30, o genérico custava R$ 13,99 - ou seja, menos da metade do valor. A Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), no entanto, ressalta que a bebida mistura palhas e madeira para "enganar clientes".
“Fazemos mais de 5 mil análises por ano de café de produtores associados e não associados, mas neste início de ano nos deparamos com esse produto, que conhecemos pouco. É uma bebida que é à base de café, mas não é café. Isso trouxe preocupação”, informou o diretor-executivo da Abic, Celírio Inácio da Silva, conforme reportagem.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Agricultura e a Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) foram notificados sobre a não autorização da venda da bebida. Ainda assim, é possível encontrar unidades disponíveis no mercado - a exemplos de unidades disponíveis no Rio Grande do Sul -, com marcas distorcidas nas embalagens.
Um exemplo disso é o produto sob a marca Oficial do Brasil ou da Melissa, imitando o pacote do café Melitta - essa, inclusive, sinalizou que “está tomando as providências necessárias para defender sua propriedade de marca e seus direitos”. O produto está indicado como “bebida sabor café” e “pó para preparo de bebida à base de café”.
Para que a venda seja feita, a legislação sanitária precisa da autorização prévia da Anvisa, informando sobre a qualidade e segurança do produto. A discussão aumentou após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva propor substituição de produtos que estejam caros.
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Classificação Indicativa: Livre
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