Economia & Mercado
por Verônica Macedo
Publicado em 26/11/2025, às 08h27 - Atualizado às 08h42
A hegemonia do Mercado Livre no e-commerce, companhia argentina sediada no Uruguai, parece estar com os dias contados e a Black Friday é um bom termômetro para evidenciar essa mudança mercadológica. O fato é que os gigantes das vendas online Amazon, Shein e Shoppe estão travando uma disputa acirrada pela conquista dos consumidores durante a Black Friday no Brasil.
Na ofensiva sem precedentes pelas ofertas dos melhores preços, o principal prêmio é o Brasil, considerado detentor da maior economia da América Latina, pois “oferece grande potencial de crescimento, com apenas cerca de 15% da população comprando on-line atualmente, segundo pesquisa do Itaú BBA”, conforme reportagem de o jornal O Globo.
Ainda segundo a matéria, “essa súbita batalha por clientes vem assustando os investidores do Mercado Livre. As ações da MELI, como a empresa é conhecida no mercado financeiro, caíram quase 8% em uma única sessão neste mês depois que a Amazon fechou um acordo com o Nubank para oferecer novas opções de pagamento — e mais crédito — aos consumidores brasileiros. Desde então, o papel acumula queda de quase 6% em três semanas, recuando para cerca de US$ 2.000, mas o Mercado Livre está reagindo e oferecendo suas próprias vantagens. A empresa investiu quase US$ 19 milhões em cupons para a próxima Black Friday, seu maior desembolso de todos os tempos para o evento e cerca do dobro do que a Amazon gastou. No início deste ano, reduziu o valor mínimo para que os clientes recebam frete grátis”.
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