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Não foi imposto a Geraldo Júnior fazer oposição a Bruno Reis, diz Jerônimo

Arquivo/ CMS

Publicado em 07/04/2022, às 07h43    Arquivo/ CMS    Victor Pinto

Muito se comemorou pela base de Rui Costa (PT) a chegada do MDB e de Geraldo Júnior para a base petista. Mas, sem sombra de dúvidas, trazer junto a presidência da Câmara de Salvador foi a mais pontuada nesse movimento de contragolpe após a ida do PP para base de ACM Neto (UB). Contudo, de acordo com declarações de Jerônimo Rodrigues (PT), pré-candidato do PT ao governo do Estado, esse ingresso de GJ em sua futura chapa não teve a condicionante do emedebista para que se faça oposição ao prefeito Bruno Reis (UB).

De acordo com Jerônimo, em entrevista a rádio Salvador FM, ele espera que Geraldo permaneça com sua atuação de diálogo. Apesar dessa revelação pelo petista, Geraldo aproveitou o ato na CMS de posse de Randerson Leal para criticar a atuação da Transalvador em eventos da oposição. No ato estava presente a vice-prefeita da Capital, Ana Paula Matos.

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Ainda na conversa, Jerônimo apontou que Geraldo injeta emoção na pré-campanha. “Geraldo é daqueles que vivem com emoção. Tivemos um encontro na véspera do evento com Lula e ali ele já demonstrou uma simpatia e tendo um presidente Lula como referência. Claro que ele estava em uma situação que não podia se manifestar. Agora ele tem toda liberdade de fazê-lo. Ele consegue dar emoção e faz com desprendimento", disse.

"O MDB embora estivesse com o outro, temos raízes de relacionamento. Penso que da mesma forma que dialogamos com outros por causa da conjuntura nacional, com o MDB deu certo. As vezes algumas decisões vem de cima, do nacional, como foi o caso o do PDT”, completou.

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